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MICHAEL PONTES

Opinião: Ser oposição não dá a liberdade de criar narrativas e mentir para a população

A oposição é fundamental para o equilíbrio do sistema democrático, seja em nível federal, estadual ou municipal. Ela atua como contraponto, fiscaliza a gestão, aponta falhas e propõe alternativas que possam melhorar a vida da população. No entanto, ser oposição não pode servir como salvo-conduto para a criação de narrativas mentirosas, disseminação de fake news ou tentativas desesperadas de enganar a população.


Narrativas enganosas corroem a confiança da população e desrespeitam o compromisso com a verdade. Em uma democracia, a legitimidade dos governantes decorre da vontade do povo expressa nas urnas. Não é mentindo e enganando o povo que se retomará o poder perdido pela vontade soberana do voto.


A mentira e a tentativa de enganar as pessoas são apenas uma mostra do que aquele líder político quer passar; se ele se agarra à disseminação de contextos mentirosos e a formas ludibriadoras para chamar a atenção da população, nós, como cidadãos, devemos rever se aquela pessoa realmente é uma legítima representante do povo.


O marketing que dissemina narrativas e notícias mentirosas é eticamente reprovável e prejudica a sociedade ao distorcer a realidade para obter ganhos de imagem imediatos. Ao manipular fatos, apresentar apenas fragmentos descontextualizados e explorar o sensacionalismo, essas falas atendem apenas a um nicho político desesperado por notícias “positivas”, diante da vontade expressa do povo pela mudança.


A não aceitação da derrota faz parte do jogo, mas o jogo deve ser de verdade e não com fake news, mentiras, falta de ética e tentativas de manipular o povo.


E, como diz a celebre frase “a verdade sempre aparece”, ela apareceu de novo; o ônus da vergonha e do nariz de palhaço fica para quem, mais uma vez, foi desmascarado.

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